2015

JFL 125

moradia, escritório, loja

Local: São Paulo/SP
Área do Terreno: 2.991m²
Área Construída: 28.978m²
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes Rocha, José Luiz Lemos.

Desenvolvido como um empreendimento de uso misto, o JFL 125 parte da ideia de aproximar o edifício da dinâmica urbana do Jardim Paulistano. Em vez de estabelecer uma separação entre os espaços privados e a cidade, o projeto organiza o térreo a partir de uma fachada ativa e de uma passagem livre para pedestres, criando novas possibilidades de circulação e permanência ao longo da rua. Lojas, restaurantes e áreas de convivência passam a integrar o cotidiano do bairro, ampliando a relação entre o edifício e seu entorno.
O programa é distribuído em um embasamento corporativo e uma torre residencial implantada sobre essa base. Essa organização permitiu concentrar as áreas de lazer em um pavimento elevado, preservando o térreo para usos abertos ao público e qualificando a interface entre arquitetura e espaço urbano. A proposta dialoga com uma transformação observada em diferentes regiões de São Paulo, em que empreendimentos de uso misto contribuem para intensificar a ocupação das ruas ao longo do dia.
A implantação também foi orientada pela paisagem. Os apartamentos foram posicionados para aproveitar as vistas em direção à área arborizada do bairro, enquanto os dois rooftops ampliam essa relação com a cidade. Um deles reúne espaços destinados ao café da manhã, áreas de estar e lareira; o outro abriga piscina e área gourmet, explorando a vista panorâmica como parte da experiência dos moradores.
A composição arquitetônica é marcada pela sobreposição de planos horizontais. As lajes dos pavimentos foram desenhadas a partir de diagonais intercaladas, solução que cria diferentes configurações para os terraços e imprime movimento ao conjunto. Grandes caixilhos metálicos, guarda-corpos em vidro e a marcação das lajes por meio de faixas brancas reforçam a leitura horizontal da fachada, conferindo unidade à composição com um repertório reduzido de materiais.
A relação com a arte também faz parte do projeto. A passagem lateral do edifício abriga um painel concebido por Fernando Campana, produzido em azulejaria a partir de uma colagem inspirada em espécies de plantas carnívoras. Composto por cerca de 1.800 peças cerâmicas pintadas manualmente, o trabalho acompanha o percurso dos pedestres e transforma esse espaço de circulação em uma experiência integrada entre arquitetura e arte.
No JFL 125, a diversidade de usos organiza não apenas o programa do edifício, mas também sua relação com a cidade. Ao combinar espaços residenciais, atividades corporativas, comércio, arte e áreas abertas ao público, o projeto propõe uma ocupação mais contínua do entorno e reforça o papel do térreo como lugar de encontro e convivência.
Desenvolvido como um empreendimento de uso misto, o JFL 125 parte da ideia de aproximar o edifício da dinâmica urbana do Jardim Paulistano. Em vez de estabelecer uma separação entre os espaços privados e a cidade, o projeto organiza o térreo a partir de uma fachada ativa e de uma passagem livre para pedestres, criando novas possibilidades de circulação e permanência ao longo da rua. Lojas, restaurantes e áreas de convivência passam a integrar o cotidiano do bairro, ampliando a relação entre o edifício e seu entorno.
O programa é distribuído em um embasamento corporativo e uma torre residencial implantada sobre essa base. Essa organização permitiu concentrar as áreas de lazer em um pavimento elevado, preservando o térreo para usos abertos ao público e qualificando a interface entre arquitetura e espaço urbano. A proposta dialoga com uma transformação observada em diferentes regiões de São Paulo, em que empreendimentos de uso misto contribuem para intensificar a ocupação das ruas ao longo do dia.
A implantação também foi orientada pela paisagem. Os apartamentos foram posicionados para aproveitar as vistas em direção à área arborizada do bairro, enquanto os dois rooftops ampliam essa relação com a cidade. Um deles reúne espaços destinados ao café da manhã, áreas de estar e lareira; o outro abriga piscina e área gourmet, explorando a vista panorâmica como parte da experiência dos moradores.
A composição arquitetônica é marcada pela sobreposição de planos horizontais. As lajes dos pavimentos foram desenhadas a partir de diagonais intercaladas, solução que cria diferentes configurações para os terraços e imprime movimento ao conjunto. Grandes caixilhos metálicos, guarda-corpos em vidro e a marcação das lajes por meio de faixas brancas reforçam a leitura horizontal da fachada, conferindo unidade à composição com um repertório reduzido de materiais.
A relação com a arte também faz parte do projeto. A passagem lateral do edifício abriga um painel concebido por Fernando Campana, produzido em azulejaria a partir de uma colagem inspirada em espécies de plantas carnívoras. Composto por cerca de 1.800 peças cerâmicas pintadas manualmente, o trabalho acompanha o percurso dos pedestres e transforma esse espaço de circulação em uma experiência integrada entre arquitetura e arte.
No JFL 125, a diversidade de usos organiza não apenas o programa do edifício, mas também sua relação com a cidade. Ao combinar espaços residenciais, atividades corporativas, comércio, arte e áreas abertas ao público, o projeto propõe uma ocupação mais contínua do entorno e reforça o papel do térreo como lugar de encontro e convivência.
Desenvolvido como um empreendimento de uso misto, o JFL 125 parte da ideia de aproximar o edifício da dinâmica urbana do Jardim Paulistano. Em vez de estabelecer uma separação entre os espaços privados e a cidade, o projeto organiza o térreo a partir de uma fachada ativa e de uma passagem livre para pedestres, criando novas possibilidades de circulação e permanência ao longo da rua. Lojas, restaurantes e áreas de convivência passam a integrar o cotidiano do bairro, ampliando a relação entre o edifício e seu entorno.
O programa é distribuído em um embasamento corporativo e uma torre residencial implantada sobre essa base. Essa organização permitiu concentrar as áreas de lazer em um pavimento elevado, preservando o térreo para usos abertos ao público e qualificando a interface entre arquitetura e espaço urbano. A proposta dialoga com uma transformação observada em diferentes regiões de São Paulo, em que empreendimentos de uso misto contribuem para intensificar a ocupação das ruas ao longo do dia.
A implantação também foi orientada pela paisagem. Os apartamentos foram posicionados para aproveitar as vistas em direção à área arborizada do bairro, enquanto os dois rooftops ampliam essa relação com a cidade. Um deles reúne espaços destinados ao café da manhã, áreas de estar e lareira; o outro abriga piscina e área gourmet, explorando a vista panorâmica como parte da experiência dos moradores.
A composição arquitetônica é marcada pela sobreposição de planos horizontais. As lajes dos pavimentos foram desenhadas a partir de diagonais intercaladas, solução que cria diferentes configurações para os terraços e imprime movimento ao conjunto. Grandes caixilhos metálicos, guarda-corpos em vidro e a marcação das lajes por meio de faixas brancas reforçam a leitura horizontal da fachada, conferindo unidade à composição com um repertório reduzido de materiais.
A relação com a arte também faz parte do projeto. A passagem lateral do edifício abriga um painel concebido por Fernando Campana, produzido em azulejaria a partir de uma colagem inspirada em espécies de plantas carnívoras. Composto por cerca de 1.800 peças cerâmicas pintadas manualmente, o trabalho acompanha o percurso dos pedestres e transforma esse espaço de circulação em uma experiência integrada entre arquitetura e arte.
No JFL 125, a diversidade de usos organiza não apenas o programa do edifício, mas também sua relação com a cidade. Ao combinar espaços residenciais, atividades corporativas, comércio, arte e áreas abertas ao público, o projeto propõe uma ocupação mais contínua do entorno e reforça o papel do térreo como lugar de encontro e convivência.

Colaboradores:
      Coordenação: Carlos Alberto Garcia Equipe: Mario de Bem, André Buelau, Gabriel Braga, Felipe Sato, Daniel Vaz Donatti, Juliano Beato, Bruna Florêncio, Renata Scheliga, Gustavo Oliveira, Beatriz Palma,Renata LBW, Mariana Dec, Pedro Herman. Marketing e Comunicação: Lais de Luna."

Plantas e cortes: download PDF

2015

JFL 125

moradia, escritório, loja

Local: São Paulo/SP
Área do Terreno: 2.991
Área Construída: 28.978
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes Rocha, José Luiz Lemos.

Desenvolvido como um empreendimento de uso misto, o JFL 125 parte da ideia de aproximar o edifício da dinâmica urbana do Jardim Paulistano. Em vez de estabelecer uma separação entre os espaços privados e a cidade, o projeto organiza o térreo a partir de uma fachada ativa e de uma passagem livre para pedestres, criando novas possibilidades de circulação e permanência ao longo da rua. Lojas, restaurantes e áreas de convivência passam a integrar o cotidiano do bairro, ampliando a relação entre o edifício e seu entorno.
O programa é distribuído em um embasamento corporativo e uma torre residencial implantada sobre essa base. Essa organização permitiu concentrar as áreas de lazer em um pavimento elevado, preservando o térreo para usos abertos ao público e qualificando a interface entre arquitetura e espaço urbano. A proposta dialoga com uma transformação observada em diferentes regiões de São Paulo, em que empreendimentos de uso misto contribuem para intensificar a ocupação das ruas ao longo do dia.
A implantação também foi orientada pela paisagem. Os apartamentos foram posicionados para aproveitar as vistas em direção à área arborizada do bairro, enquanto os dois rooftops ampliam essa relação com a cidade. Um deles reúne espaços destinados ao café da manhã, áreas de estar e lareira; o outro abriga piscina e área gourmet, explorando a vista panorâmica como parte da experiência dos moradores.
A composição arquitetônica é marcada pela sobreposição de planos horizontais. As lajes dos pavimentos foram desenhadas a partir de diagonais intercaladas, solução que cria diferentes configurações para os terraços e imprime movimento ao conjunto. Grandes caixilhos metálicos, guarda-corpos em vidro e a marcação das lajes por meio de faixas brancas reforçam a leitura horizontal da fachada, conferindo unidade à composição com um repertório reduzido de materiais.
A relação com a arte também faz parte do projeto. A passagem lateral do edifício abriga um painel concebido por Fernando Campana, produzido em azulejaria a partir de uma colagem inspirada em espécies de plantas carnívoras. Composto por cerca de 1.800 peças cerâmicas pintadas manualmente, o trabalho acompanha o percurso dos pedestres e transforma esse espaço de circulação em uma experiência integrada entre arquitetura e arte.
No JFL 125, a diversidade de usos organiza não apenas o programa do edifício, mas também sua relação com a cidade. Ao combinar espaços residenciais, atividades corporativas, comércio, arte e áreas abertas ao público, o projeto propõe uma ocupação mais contínua do entorno e reforça o papel do térreo como lugar de encontro e convivência.
Desenvolvido como um empreendimento de uso misto, o JFL 125 parte da ideia de aproximar o edifício da dinâmica urbana do Jardim Paulistano. Em vez de estabelecer uma separação entre os espaços privados e a cidade, o projeto organiza o térreo a partir de uma fachada ativa e de uma passagem livre para pedestres, criando novas possibilidades de circulação e permanência ao longo da rua. Lojas, restaurantes e áreas de convivência passam a integrar o cotidiano do bairro, ampliando a relação entre o edifício e seu entorno.
O programa é distribuído em um embasamento corporativo e uma torre residencial implantada sobre essa base. Essa organização permitiu concentrar as áreas de lazer em um pavimento elevado, preservando o térreo para usos abertos ao público e qualificando a interface entre arquitetura e espaço urbano. A proposta dialoga com uma transformação observada em diferentes regiões de São Paulo, em que empreendimentos de uso misto contribuem para intensificar a ocupação das ruas ao longo do dia.
A implantação também foi orientada pela paisagem. Os apartamentos foram posicionados para aproveitar as vistas em direção à área arborizada do bairro, enquanto os dois rooftops ampliam essa relação com a cidade. Um deles reúne espaços destinados ao café da manhã, áreas de estar e lareira; o outro abriga piscina e área gourmet, explorando a vista panorâmica como parte da experiência dos moradores.
A composição arquitetônica é marcada pela sobreposição de planos horizontais. As lajes dos pavimentos foram desenhadas a partir de diagonais intercaladas, solução que cria diferentes configurações para os terraços e imprime movimento ao conjunto. Grandes caixilhos metálicos, guarda-corpos em vidro e a marcação das lajes por meio de faixas brancas reforçam a leitura horizontal da fachada, conferindo unidade à composição com um repertório reduzido de materiais.
A relação com a arte também faz parte do projeto. A passagem lateral do edifício abriga um painel concebido por Fernando Campana, produzido em azulejaria a partir de uma colagem inspirada em espécies de plantas carnívoras. Composto por cerca de 1.800 peças cerâmicas pintadas manualmente, o trabalho acompanha o percurso dos pedestres e transforma esse espaço de circulação em uma experiência integrada entre arquitetura e arte.
No JFL 125, a diversidade de usos organiza não apenas o programa do edifício, mas também sua relação com a cidade. Ao combinar espaços residenciais, atividades corporativas, comércio, arte e áreas abertas ao público, o projeto propõe uma ocupação mais contínua do entorno e reforça o papel do térreo como lugar de encontro e convivência.
Desenvolvido como um empreendimento de uso misto, o JFL 125 parte da ideia de aproximar o edifício da dinâmica urbana do Jardim Paulistano. Em vez de estabelecer uma separação entre os espaços privados e a cidade, o projeto organiza o térreo a partir de uma fachada ativa e de uma passagem livre para pedestres, criando novas possibilidades de circulação e permanência ao longo da rua. Lojas, restaurantes e áreas de convivência passam a integrar o cotidiano do bairro, ampliando a relação entre o edifício e seu entorno.
O programa é distribuído em um embasamento corporativo e uma torre residencial implantada sobre essa base. Essa organização permitiu concentrar as áreas de lazer em um pavimento elevado, preservando o térreo para usos abertos ao público e qualificando a interface entre arquitetura e espaço urbano. A proposta dialoga com uma transformação observada em diferentes regiões de São Paulo, em que empreendimentos de uso misto contribuem para intensificar a ocupação das ruas ao longo do dia.
A implantação também foi orientada pela paisagem. Os apartamentos foram posicionados para aproveitar as vistas em direção à área arborizada do bairro, enquanto os dois rooftops ampliam essa relação com a cidade. Um deles reúne espaços destinados ao café da manhã, áreas de estar e lareira; o outro abriga piscina e área gourmet, explorando a vista panorâmica como parte da experiência dos moradores.
A composição arquitetônica é marcada pela sobreposição de planos horizontais. As lajes dos pavimentos foram desenhadas a partir de diagonais intercaladas, solução que cria diferentes configurações para os terraços e imprime movimento ao conjunto. Grandes caixilhos metálicos, guarda-corpos em vidro e a marcação das lajes por meio de faixas brancas reforçam a leitura horizontal da fachada, conferindo unidade à composição com um repertório reduzido de materiais.
A relação com a arte também faz parte do projeto. A passagem lateral do edifício abriga um painel concebido por Fernando Campana, produzido em azulejaria a partir de uma colagem inspirada em espécies de plantas carnívoras. Composto por cerca de 1.800 peças cerâmicas pintadas manualmente, o trabalho acompanha o percurso dos pedestres e transforma esse espaço de circulação em uma experiência integrada entre arquitetura e arte.
No JFL 125, a diversidade de usos organiza não apenas o programa do edifício, mas também sua relação com a cidade. Ao combinar espaços residenciais, atividades corporativas, comércio, arte e áreas abertas ao público, o projeto propõe uma ocupação mais contínua do entorno e reforça o papel do térreo como lugar de encontro e convivência.

Colaboradores:
      Coordenação: Carlos Alberto Garcia Equipe: Mario de Bem, André Buelau, Gabriel Braga, Felipe Sato, Daniel Vaz Donatti, Juliano Beato, Bruna Florêncio, Renata Scheliga, Gustavo Oliveira, Beatriz Palma,Renata LBW, Mariana Dec, Pedro Herman. Marketing e Comunicação: Lais de Luna."

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