2024
Concurso Sede Gov. SP
non edificata, institucional
Local: não edificado
Área do Terreno: 38.419m²
Área Construída: m²
Autores: Roberto Aflalo Filho ,Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes, José Luiz Lemos
Em 2024, o governo do Estado de São Paulo promoveu um concurso para selecionar o projeto de sua nova sede, que será instalada futuramente na região central da capital. O principal objetivo dessa mudança é concentrar todas as áreas administrativas públicas, que estão pulverizadas pela cidade, em um só lugar. Ao considerar que seria uma oportunidade para contribuir com a revitalização de um importante espaço público, a aflalo/gasperini arquitetos decidiu participar da concorrência. A proposta, realizada de forma coletiva entre os arquitetos, previa a transformação do bairro Campos Elíseos por meio de um projeto urbanístico sustentável e integrado, que valoriza a história, além de promover inclusão social e conciliar design, tecnologia e natureza. Outra premissa fundamental era revitalizar a estrutura urbana pouco permeável e carente de áreas de convivência, garantindo conexão com a nova Praça Princesa Isabel. Já a fluidez seria promovida por soluções que priorizam acessibilidade entre espaços livres, desenhados para facilitar o movimento das pessoas em uma experiência urbana agradável. Para isso, seria essencial garantir a harmonia entre edificações, áreas públicas e espaços verdes. Dessa forma, os prédios teriam fachadas ritmadas com cheios e vazios, que permitiriam interação visual entre espaços internos e externos. Sob o viés da solidez, o projeto contemplava a escolha de materiais duráveis e técnicas construtivas avançadas, além do design minimalista com formas simples e funcionais, o que reduziria o impacto ambiental, promovendo eficiência na construção e manutenção ao longo do tempo. A sustentabilidade também seria garantida com sistemas inteligentes de gestão de energia, água e resíduos, que levam em consideração os custos de implantação e manutenção a longo prazo. Além disso, áreas verdes em terraços e cobertura também seriam espaços de convivência que favorecem a biodiversidade e oferecem sensação de bem-estar aos usuários. Com o objetivo de garantir integração com área verde e impedir o sombreamento completo na circulação de pessoas, os arquitetos trabalharam com uma diversidade de gabaritos. Em um primeiro plano, em frente à praça, os prédios teriam baixo gabarito, com seis andares, e nas bordas ficariam os prédios mais altos, com alturas variadas, garantindo, assim, maior densidade. As fachadas ativas também seriam maximizadas, com lojas no térreo, e a recepção seria elevada para o primeiro pavimento, centralizando os fluxos e trazendo ainda mais vida para os espaços.
Colaboradores:
Equipe: Alan Lima, Artur Correa, Daniela Hummel Mungai, Felipe Sato, Rodrigo Tamburus, Reginaldo Okusako, Carolina Martin, Mariana Moro, Guilherme Bullejos, Gabriel Lisboa, Rafael Lima, Giulia Augusto, Lais de Luna.
Texto: Nádia Simonelli
2024
Concurso Sede Gov. SP
non edificata, institucional
Local: não edificado
Área do Terreno: 38.419
Área Construída:
Autores: Roberto Aflalo Filho ,Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes, José Luiz Lemos
Em 2024, o governo do Estado de São Paulo promoveu um concurso para selecionar o projeto de sua nova sede, que será instalada futuramente na região central da capital. O principal objetivo dessa mudança é concentrar todas as áreas administrativas públicas, que estão pulverizadas pela cidade, em um só lugar. Ao considerar que seria uma oportunidade para contribuir com a revitalização de um importante espaço público, a aflalo/gasperini arquitetos decidiu participar da concorrência. A proposta, realizada de forma coletiva entre os arquitetos, previa a transformação do bairro Campos Elíseos por meio de um projeto urbanístico sustentável e integrado, que valoriza a história, além de promover inclusão social e conciliar design, tecnologia e natureza. Outra premissa fundamental era revitalizar a estrutura urbana pouco permeável e carente de áreas de convivência, garantindo conexão com a nova Praça Princesa Isabel. Já a fluidez seria promovida por soluções que priorizam acessibilidade entre espaços livres, desenhados para facilitar o movimento das pessoas em uma experiência urbana agradável. Para isso, seria essencial garantir a harmonia entre edificações, áreas públicas e espaços verdes. Dessa forma, os prédios teriam fachadas ritmadas com cheios e vazios, que permitiriam interação visual entre espaços internos e externos. Sob o viés da solidez, o projeto contemplava a escolha de materiais duráveis e técnicas construtivas avançadas, além do design minimalista com formas simples e funcionais, o que reduziria o impacto ambiental, promovendo eficiência na construção e manutenção ao longo do tempo. A sustentabilidade também seria garantida com sistemas inteligentes de gestão de energia, água e resíduos, que levam em consideração os custos de implantação e manutenção a longo prazo. Além disso, áreas verdes em terraços e cobertura também seriam espaços de convivência que favorecem a biodiversidade e oferecem sensação de bem-estar aos usuários. Com o objetivo de garantir integração com área verde e impedir o sombreamento completo na circulação de pessoas, os arquitetos trabalharam com uma diversidade de gabaritos. Em um primeiro plano, em frente à praça, os prédios teriam baixo gabarito, com seis andares, e nas bordas ficariam os prédios mais altos, com alturas variadas, garantindo, assim, maior densidade. As fachadas ativas também seriam maximizadas, com lojas no térreo, e a recepção seria elevada para o primeiro pavimento, centralizando os fluxos e trazendo ainda mais vida para os espaços.
Colaboradores:
Equipe: Alan Lima, Artur Correa, Daniela Hummel Mungai, Felipe Sato, Rodrigo Tamburus, Reginaldo Okusako, Carolina Martin, Mariana Moro, Guilherme Bullejos, Gabriel Lisboa, Rafael Lima, Giulia Augusto, Lais de Luna.
Texto: Nádia Simonelli

























