2007
Corporativo Luanda
non edificata, escritório
Local: não edificado
Área do Terreno: 14.400m²
Área Construída: m²
Autores: Roberto Aflalo Filho ,Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes, José Luiz Lemos
Em 2008, a demolição do antigo Mercado do Kinaxixi causou comoção em Luanda. Projetado pelo arquiteto angolano Vasco Vieira da Costa e inaugurado em 1952, o prédio era um marco modernista da cidade. Desativado em 2003, foi concedido à iniciativa privada, que tinha planos de erguer ali um edifício corporativo. A incorporadora responsável pelo futuro do Kinaxixi procurou o escritório para realizar este estudo conceitual, primeiro experimento internacional do portfólio. Embora não tenha sido contratada, a proposta inaugurou uma fase de muitas prospecções no país africano. A ideia cumpre o propósito corporativo, mas dedica dois pavimentos do volume mais baixo a uma espécie de mall transparente. Suas fachadas envidraçadas se voltam à praça em frente, enquanto sua laje recria o espaço de convivência subtraído do térreo – características que buscam resgatar o caráter original do mercado. Já o edifício-ponte, conceito que aparece em outros trabalhos do escritório, distribui as unidades da seguinte forma: nos pavimentos-tipo do 5º ao 14º andar (os “pilares” da ponte), há quatro núcleos, dois em cada lado, e cada um pode ser subdividido pela metade. Entre o 15º e o 20º, a laje única mantém um conjunto em cada ponta, e os dois núcleos centrais, agora com mais área, abrigam um jardim interno. As fachadas perseguem uma linguagem contemporânea por meio do uso do vidro serigrafado com uma textura que sugere movimento, destacando-se no entorno.
Colaboradores:
Texto: Marianne Wenzel
2007
Corporativo Luanda
non edificata, escritório
Local: não edificado
Área do Terreno: 14.400
Área Construída:
Autores: Roberto Aflalo Filho ,Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes, José Luiz Lemos
Em 2008, a demolição do antigo Mercado do Kinaxixi causou comoção em Luanda. Projetado pelo arquiteto angolano Vasco Vieira da Costa e inaugurado em 1952, o prédio era um marco modernista da cidade. Desativado em 2003, foi concedido à iniciativa privada, que tinha planos de erguer ali um edifício corporativo. A incorporadora responsável pelo futuro do Kinaxixi procurou o escritório para realizar este estudo conceitual, primeiro experimento internacional do portfólio. Embora não tenha sido contratada, a proposta inaugurou uma fase de muitas prospecções no país africano. A ideia cumpre o propósito corporativo, mas dedica dois pavimentos do volume mais baixo a uma espécie de mall transparente. Suas fachadas envidraçadas se voltam à praça em frente, enquanto sua laje recria o espaço de convivência subtraído do térreo – características que buscam resgatar o caráter original do mercado. Já o edifício-ponte, conceito que aparece em outros trabalhos do escritório, distribui as unidades da seguinte forma: nos pavimentos-tipo do 5º ao 14º andar (os “pilares” da ponte), há quatro núcleos, dois em cada lado, e cada um pode ser subdividido pela metade. Entre o 15º e o 20º, a laje única mantém um conjunto em cada ponta, e os dois núcleos centrais, agora com mais área, abrigam um jardim interno. As fachadas perseguem uma linguagem contemporânea por meio do uso do vidro serigrafado com uma textura que sugere movimento, destacando-se no entorno.
Colaboradores:
Texto: Marianne Wenzel










