2011
Luanda CityHall
non edificata, institucional
Local: não edificado
Área do Terreno: 13.725m²
Área Construída: m²
Autores: Roberto Aflalo Filho ,Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes, José Luiz Lemos
Situada num entroncamento importante da capital angolana, que, na época, ainda contava com muitos vazios em sua região central, este estudo para uma casa de espetáculos foi mais uma incursão do escritório no país africano. A sócia-diretora Grazzieli Gomes, que encabeçou o trabalho, atribui o contato do investidor à realização, anos antes, do Credicard Hall (hoje Vibra São Paulo). Com proporções menos ambiciosas do que o projeto paulistano, o Luanda City Hall não deixa nada a desejar em termos de estrutura para abrigar grandes produções, como as da Broadway. Pé-direito suficiente no palco para içar equipamentos e recursos cenográficos, assoalho removível para acomodar uma orquestra, docas, estacionamento no subsolo e um foyer generoso e transparente, que funciona como continuação da praça externa, constam do programa. Contido nesse volume maior, o bloco opaco, cujo fechamento prevê uma fachada ventilada, acomoda o teatro em si, com uma plateia que chega a 1400 lugares (entre mesas, cadeiras, cadeiras-balcão, frisas e camarotes). Implantação, plantas de todos os pavimentos, cálculos de inclinação e estudo de estrutura fizeram parte da proposta, bastante minuciosa.
Colaboradores:
Texto: Marianne Wenzel
2011
Luanda CityHall
non edificata, institucional
Local: não edificado
Área do Terreno: 13.725
Área Construída:
Autores: Roberto Aflalo Filho ,Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes, José Luiz Lemos
Situada num entroncamento importante da capital angolana, que, na época, ainda contava com muitos vazios em sua região central, este estudo para uma casa de espetáculos foi mais uma incursão do escritório no país africano. A sócia-diretora Grazzieli Gomes, que encabeçou o trabalho, atribui o contato do investidor à realização, anos antes, do Credicard Hall (hoje Vibra São Paulo). Com proporções menos ambiciosas do que o projeto paulistano, o Luanda City Hall não deixa nada a desejar em termos de estrutura para abrigar grandes produções, como as da Broadway. Pé-direito suficiente no palco para içar equipamentos e recursos cenográficos, assoalho removível para acomodar uma orquestra, docas, estacionamento no subsolo e um foyer generoso e transparente, que funciona como continuação da praça externa, constam do programa. Contido nesse volume maior, o bloco opaco, cujo fechamento prevê uma fachada ventilada, acomoda o teatro em si, com uma plateia que chega a 1400 lugares (entre mesas, cadeiras, cadeiras-balcão, frisas e camarotes). Implantação, plantas de todos os pavimentos, cálculos de inclinação e estudo de estrutura fizeram parte da proposta, bastante minuciosa.
Colaboradores:
Texto: Marianne Wenzel












