1995

Masterplan Agua Branca

escritório

Local: São Paulo, SP
Área do Terreno: 108.577m²
Área Construída: 120.000m²
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman e Gian Carlo Gasperini

Em 1995, a Prefeitura de São Paulo lançou a Operação Urbana Água Branca, que visa o desenvolvimento dos distritos de Água Branca, Perdizes, Pompeia e Barra Funda. O objetivo é readequar o padrão de ocupação desses bairros, que passaram pelo declínio da atividade industrial ali praticada entre o final do século 19 e ao longo do século 20, e revitalizar os equipamentos públicos da região. Esse é o contexto deste projeto de quatro edifícios de escritórios, único trecho realizado de um masterplan mais amplo elaborado pelo escritório. O conjunto completo previa também uma torre corporativa mais alta e um hotel. O terreno, situado junto à linha férrea, pertencia às indústrias Matarazzo e é vizinho da Casa das Caldeiras, antiga usina do grupo tombada em 1986 pelo Condephaat e revitalizada em 1999 para transformar-se em um local de eventos. Os prédios quadrigêmeos se inserem na fase em que o escritório experimentava o uso de grelhas estruturais nas fachadas – neste caso, revestidas de granito avermelhado – e ainda não havia abraçado a prática dos térreos com fruição urbana. Há duas opções de pavimento tipo: quatro ou oito conjuntos organizados em torno de seis elevadores, com sanitários exclusivos para cada unidade. Trata-se de uma distribuição típica da época, hoje superada pela preferência por um núcleo central com elevadores e sanitários para que o restante do andar fique livre e, assim, permita diferentes configurações.

Colaboradores:
      Texto: Marianne Wenzel

Plantas e cortes: download PDF

1995

Masterplan Agua Branca

escritório

Local: São Paulo, SP
Área do Terreno: 108.577
Área Construída: 120.000
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman e Gian Carlo Gasperini

Em 1995, a Prefeitura de São Paulo lançou a Operação Urbana Água Branca, que visa o desenvolvimento dos distritos de Água Branca, Perdizes, Pompeia e Barra Funda. O objetivo é readequar o padrão de ocupação desses bairros, que passaram pelo declínio da atividade industrial ali praticada entre o final do século 19 e ao longo do século 20, e revitalizar os equipamentos públicos da região. Esse é o contexto deste projeto de quatro edifícios de escritórios, único trecho realizado de um masterplan mais amplo elaborado pelo escritório. O conjunto completo previa também uma torre corporativa mais alta e um hotel. O terreno, situado junto à linha férrea, pertencia às indústrias Matarazzo e é vizinho da Casa das Caldeiras, antiga usina do grupo tombada em 1986 pelo Condephaat e revitalizada em 1999 para transformar-se em um local de eventos. Os prédios quadrigêmeos se inserem na fase em que o escritório experimentava o uso de grelhas estruturais nas fachadas – neste caso, revestidas de granito avermelhado – e ainda não havia abraçado a prática dos térreos com fruição urbana. Há duas opções de pavimento tipo: quatro ou oito conjuntos organizados em torno de seis elevadores, com sanitários exclusivos para cada unidade. Trata-se de uma distribuição típica da época, hoje superada pela preferência por um núcleo central com elevadores e sanitários para que o restante do andar fique livre e, assim, permita diferentes configurações.

Colaboradores:
      Texto: Marianne Wenzel

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