2014
Passeio Paulista
escritório, loja
Local: São Paulo/SP
Área do Terreno: 7.474m²
Área Construída: 70.420m²
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes Rocha, José Luiz Lemos.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Colaboradores:
Coordenador: Carlos Alberto Garcia Equipe: Daniela Mungai, Reginaldo Okusako, Bruno Vargas, Roberto Dionizio, Gabriel Bollini Braga, Felipe Sato. Desenhos para publicação: Neiton Araújo. Marketing e Comunicação: Laís de Luna
2014
Passeio Paulista
escritório, loja
Local: São Paulo/SP
Área do Terreno: 7.474
Área Construída: 70.420
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman, Grazzieli Gomes Rocha, José Luiz Lemos.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Localizado na Rua da Consolação, em um dos trechos mais adensados de São Paulo, o Passeio Paulista foi desenvolvido a partir de uma condição pouco comum na região: um terreno com cerca de 7,5 mil metros quadrados, situado entre importantes eixos de mobilidade urbana. Próximo às estações Consolação e Higienópolis-Mackenzie do metrô, além de corredores de ônibus e ciclovias, o projeto buscou ampliar a conexão entre esses fluxos, criando um percurso de pedestres que conecta a rua da Consolação e a rua Bela Cintra.
A proposta organiza o conjunto a partir de um boulevard aberto ao público, integrado a uma praça no térreo e a um conjunto de fachadas ativas destinadas ao comércio e à gastronomia. Em vez de concentrar a circulação apenas nos acessos ao edifício, o projeto incorpora uma área de fruição semipública que prolonga a dinâmica das calçadas e amplia as possibilidades de permanência. Essa relação entre espaço privado e cidade orientou a implantação do empreendimento desde os primeiros estudos.
O programa é composto por uma torre corporativa de 21 pavimentos apoiada sobre um embasamento de três andares. Um grande átrio central organiza esse volume de base e permite que a luz natural alcance os pavimentos inferiores, diversificando as fachadas internas e criando uma praça ajardinada no térreo. A dimensão desse vazio foi definida a partir dos estudos de incidência solar, reduzindo a necessidade de iluminação artificial nas áreas corporativas localizadas no embasamento. Sobre esse conjunto, o jardim implantado na cobertura funciona como um espaço de convivência voltado para a paisagem da cidade.
A configuração final do edifício também resulta de uma revisão do programa inicial. As primeiras propostas previam um hotel e uma torre corporativa, mas, ao longo do desenvolvimento do projeto, optou-se por concentrar os investimentos em um único edifício de escritórios. A decisão permitiu criar pavimentos com áreas mais amplas e flexíveis, preparados para acompanhar as transformações nas formas de ocupação dos ambientes de trabalho, em um momento marcado pela expansão dos espaços compartilhados e dos modelos de coworking.
A fachada envidraçada complementa a estratégia ao combinar desempenho ambiental e transparência. Grandes planos de vidro de alto desempenho, associados a pérgolas e caixilhos metálicos, favorecem o aproveitamento da luz natural, contribuem para o conforto térmico e acústico dos ambientes e definem a identidade arquitetônica do conjunto.
As soluções adotadas em relação à mobilidade, ao desempenho ambiental e à qualificação dos espaços abertos contribuíram para que o Passeio Paulista fosse concebido como um empreendimento voltado aos princípios da sustentabilidade e do bem-estar, reunindo certificações como LEED Gold e Fitwel.
Colaboradores:
Coordenador: Carlos Alberto Garcia Equipe: Daniela Mungai, Reginaldo Okusako, Bruno Vargas, Roberto Dionizio, Gabriel Bollini Braga, Felipe Sato. Desenhos para publicação: Neiton Araújo. Marketing e Comunicação: Laís de Luna

















