2012

Porto Maravilha Corporate

escritório, non edificata

Local: Rio de Janeiro/RJ
Área do Terreno: 8.000m²
Área Construída: 0m²
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman

Em 2012, quando este projeto chegou ao escritório, os planos para o conjunto de intervenções urbanas batizado Porto Maravilha começavam a sair do papel.
O empreendimento, denominado como Porto Maravilha Corporate, colaboraria com uma requalificação completa da região que receberia novos transportes públicos como o BRT (Bus Rapid Transit) e o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), além da implantação de novas vias e viadutos, tornando o bairro uma das áreas mais acessíveis da cidade.
O conjunto buscava contribuir também para a transformação da região portuária do Rio de Janeiro. Entre outras transformações, a estrutura elétrica seria toda enterrada, trazendo padrões urbanos internacionais para a área e transformando-a em um novo centro de negócios na capital.
Os trabalhos se iniciaram na região que posteriormente deu origem ao Boulevard Olímpico, com o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio (MAR). A 4 km de distância, a região próxima ao Terminal Rodoviário do Rio também se animava com uma série de prospecções para empreendimentos corporativos e de uso misto.
Este é o contexto desta proposta, feita para um cliente que conduzia o desenvolvimento da incorporação para o proprietário do terreno. A implantação previa duas torres de uso misto (para escritórios, hotel e apartamentos), uma mais retangular e baixa, outra mais quadrada e alta, com entradas independentes. As lajes eram grandes, algo como 1 200 e 1 800 m2 de área, com muitas opções para compor conjuntos comerciais. Tudo isso ligado por uma espécie de ponte – os últimos cinco pavimentos da torre mais baixa seriam compartilhados com a edificação vizinha, e um deles previa restaurantes e áreas comuns.
No embasamento, o térreo organizaria os lobbies de acesso a cada torre, com pé-direito quádruplo e três mezaninos. Uma trama metálica envidraçada – do mesmo tipo utilizado na cobertura de estádios – uniria os dois prédios, ao mesmo tempo que configuraria um boulevard com jardim.
No entanto, a expectativa criada em torno do potencial da região para edifícios com esse perfil não se cumpriu naquele momento, e a proposta não se concretizou.

Colaboradores:
      Coordenação: Grazzieli Gomes Rocha / Tânia Yang. Equipe: Eduardo Mizuka, Reginaldo Okusako, Daniela Mungai, Joon Park, Juliana Baldocchi, Marcelo Nagai, Raquel Rodrigo, Bruno Vargas, Davi Lacerda, Ricardo Claro, Heitor Savala, Camila Bellatini, Reginaldo Machado, Vanessa Fotini, Yaskaha Saito, Gustavo Dias, Daniel Braz, Gabriel Braga, Felipe Sato, Alan Lima, Kenzo Abiko.

Plantas e cortes: download PDF

2012

Porto Maravilha Corporate

escritório, non edificata

Local: Rio de Janeiro/RJ
Área do Terreno: 8.000
Área Construída: 0
Autores: Roberto Aflalo Filho, Luiz Felipe Aflalo Herman

Em 2012, quando este projeto chegou ao escritório, os planos para o conjunto de intervenções urbanas batizado Porto Maravilha começavam a sair do papel.
O empreendimento, denominado como Porto Maravilha Corporate, colaboraria com uma requalificação completa da região que receberia novos transportes públicos como o BRT (Bus Rapid Transit) e o VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), além da implantação de novas vias e viadutos, tornando o bairro uma das áreas mais acessíveis da cidade.
O conjunto buscava contribuir também para a transformação da região portuária do Rio de Janeiro. Entre outras transformações, a estrutura elétrica seria toda enterrada, trazendo padrões urbanos internacionais para a área e transformando-a em um novo centro de negócios na capital.
Os trabalhos se iniciaram na região que posteriormente deu origem ao Boulevard Olímpico, com o Museu do Amanhã e o Museu de Arte do Rio (MAR). A 4 km de distância, a região próxima ao Terminal Rodoviário do Rio também se animava com uma série de prospecções para empreendimentos corporativos e de uso misto.
Este é o contexto desta proposta, feita para um cliente que conduzia o desenvolvimento da incorporação para o proprietário do terreno. A implantação previa duas torres de uso misto (para escritórios, hotel e apartamentos), uma mais retangular e baixa, outra mais quadrada e alta, com entradas independentes. As lajes eram grandes, algo como 1 200 e 1 800 m2 de área, com muitas opções para compor conjuntos comerciais. Tudo isso ligado por uma espécie de ponte – os últimos cinco pavimentos da torre mais baixa seriam compartilhados com a edificação vizinha, e um deles previa restaurantes e áreas comuns.
No embasamento, o térreo organizaria os lobbies de acesso a cada torre, com pé-direito quádruplo e três mezaninos. Uma trama metálica envidraçada – do mesmo tipo utilizado na cobertura de estádios – uniria os dois prédios, ao mesmo tempo que configuraria um boulevard com jardim.
No entanto, a expectativa criada em torno do potencial da região para edifícios com esse perfil não se cumpriu naquele momento, e a proposta não se concretizou.

Colaboradores:
      Coordenação: Grazzieli Gomes Rocha / Tânia Yang. Equipe: Eduardo Mizuka, Reginaldo Okusako, Daniela Mungai, Joon Park, Juliana Baldocchi, Marcelo Nagai, Raquel Rodrigo, Bruno Vargas, Davi Lacerda, Ricardo Claro, Heitor Savala, Camila Bellatini, Reginaldo Machado, Vanessa Fotini, Yaskaha Saito, Gustavo Dias, Daniel Braz, Gabriel Braga, Felipe Sato, Alan Lima, Kenzo Abiko.

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